E quando fores reclamar de minhas atitudes, engula todo seu veneno por essa garganta à qual muitas línguas devem ter passado e até mesmo se abrigado. Engula de seu veneno e morra lentamente, assim como eu morria quando injetaste sua vida em minhas veias. Morra lentamente, perca sua liberdade, perca-se de ti e não me procure. Não estou mais aqui pra ti.E o que quero ver é se, com este veneno em suas veias, se tornará o monstro que sempre aparentou esconder nas suas escuras entranhas, ou se vai ajoelhar-se e se arrastar à cada passo meu, fracamente, assim como eu fiz diante de ti, e repetirá a atitude que tanto criticou quando mestra da situação. Me implore, mas já não sou sua.

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