E eu te abro meu mundo. Entre, sirva-se de uma dose de meu ar. Saceie sua sede de tomar-me a vida por longos e lentos tragos. Mantenha-me dependente de sua bondade, à beira do abismo. Entre, as portas estão abertas pra ti, mesmo que seus objetivos sejam maléficos, meus princípios me impedem de fechar-te a porta à cara. Te recebo bem, te ofereço meu sangue, interrompo o respirar para que o barulho não te encomode. E que pare esse pulsar do coração, que age como grito em meio ao silêncio, e se necessário arranque-me os olhos, pois eu já vivo na escuridão. Respire meu ar, trague minha vida, inale o cheiro de meu amor, tome de minha saliva. É essa sua maldade que me mantém viva.
domingo, 27 de junho de 2010
portas do meu mundo.
E eu te abro meu mundo. Entre, sirva-se de uma dose de meu ar. Saceie sua sede de tomar-me a vida por longos e lentos tragos. Mantenha-me dependente de sua bondade, à beira do abismo. Entre, as portas estão abertas pra ti, mesmo que seus objetivos sejam maléficos, meus princípios me impedem de fechar-te a porta à cara. Te recebo bem, te ofereço meu sangue, interrompo o respirar para que o barulho não te encomode. E que pare esse pulsar do coração, que age como grito em meio ao silêncio, e se necessário arranque-me os olhos, pois eu já vivo na escuridão. Respire meu ar, trague minha vida, inale o cheiro de meu amor, tome de minha saliva. É essa sua maldade que me mantém viva.
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